IRMÃS DE PALAVRA & PAIQUERÊ FM

Para quem nos acompanha aqui, sabe que temos atuado como ativistas literárias. Para quem está entrando pela primeira vez neste site, fique sabendo que as Irmãs de Palavra têm um sonho e esse sonho é feito de palavras, é feito de histórias (e nós não vamos mais parar).  E para todo mundo, temos uma novidade.

As Irmãs de Palavra estão com um blog na Paiquerê FM. Você vai poder ler nossas colunas semanais na íntegra em https://www.paiquere.com.br/categoria/blog/irmas-de-palavra/.

Vem escancarar novas histórias com a gente. E lembre-se: “Toda história tem poder (a sua tem mais!)”

Beijo das Irmãs de Palavra

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DÊ UMA PAUSA, é hora do livro!

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É hora do livro! 

Os sete maridos de Evelyn Hugo (Taylor Jenkins Reid, TAG – abril de 2019) é o tipo de história que engana você. Você agarra esse livro, deita numa rede e bem despretensiosa imagina que vai descobrir os segredos das maiores estrelas de Hollywood. Todo o mundo sórdido que se esconde atrás das luzes da ribalta. É aí que você se engana. Você realmente vai ler sobre sexo, drogas e rock in roll. Vai ler sobre abortos clandestinos, intrigas, sobre fingir ser outra pessoa para ter sucesso. Vai ler também sobre problemas com álcool, relações abusivas, noites do tapete vermelho e até sobre fake news. Ainda tem o poder do mundo da fama e a vida milionária que uma estrela pode alcançar. Mas todo esse desfecho é apenas tapeação. O livro não é sobre isso (temos centenas de histórias assim pelo planeta todo). A autora usa a jornada de uma estrela do cinema de Hollywood para falar de coragem e do amor romântico hetero, bi e homosexual como uma coisa só: uma forma de amar – verdadeira! É uma história sobre o mundo ser um lugar mais seguro, mais amável e menos pragmático. Tudo isso coloca você, leitor, frente a frente a uma decisão: O que quero alcançar com a minha vida? Até aonde quero ir? O que farei para isso? E como Evelyn Hugo diz: “Ninguém merece coisa alguma. A grande questão é quem tem disposição para ir atrás do quê”. Nós, Irmãs de Palavra, temos toda disposição. E sabemos o que queremos pela frente, para nós e também para você. É a mesma coisa que autora desse livro deseja para sua própria filha: “Saia para o mundo, seja gentil e agarre aquilo que você quer com as duas mãos.” O resto é história (e nós adoramos!).

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Dê uma pausa – é hora do livro!

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é hora do livro!

Gerações e gerações percorreram o mundo para você chegar até aqui. Antes e depois de você, a vida está sendo criada, desejada, amada. As mães do mundo fizeram tudo. A terra, o ventre, a gente. Imaculadas, abusadas, profanas, educadas, tristes, despreparadas. Mães. Críticas, famintas, sonhadoras, inovadoras, barulhentas. Mães. Permissivas, machucadas, carentes, guerreiras. Mães. Lindas, festeiras, trabalhadeiras, esquecidas, mal-amadas. Mães. Mortas, invisíveis, ideais, fantasiadas, infantis. Mães. Pequenas, gordas, cheias de verruga, maquiadas, exuberantes, capas de revista. Mães. Pretas, amarelas, vermelhas, rosadas. Mães. Sem dentes, sem pentes, sem sementes, sem vergonha. Mães. Resistentes, cheias de amor, doces, azedas, às vezes, felizes. Mães. Sem elas, nós não. O mundo não.

Chegar não é mais precioso que o caminho. Manuela, personagem de Bárbara Lia, no livro As filhas de  Manuela (editora Trunfal, 2017), sabia disso mesmo sem se dar conta. Ela saiu em busca. Da filha na barriga. Das suas tantas descendentes. Mas principalmente, de si mesma. A mãe. Ilha do Mel. Paranaguá. Com um tanto de brasilidade, ‘As filhas de Manuela’ nos leva a uma longa estrada de busca. E durante todo o percurso, os encontros (e desencontros) de filhas e mães, nos contam a verdade: estamos todos, no mundo todo, querendo um colo de mãe. O resto é história (e nós adoramos!).

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DÊ UMA PAUSA, é hora do livro!

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É hora do livro!

“As sombras estão chegando. Eu não pude evitar. Estão vindo rápido, cada vez mais rápido. Talvez ninguém possa escapar. Eu sempre soube que acabaria aqui. Esse é o meu destino. Não posso mais fugir. Tinha alguma coisa errada comigo, só não sabia o que era. Agora eu descobri. Eu nem devia me preocupar mais com essas coisas. Eu devia desistir de uma vez por todas, ponto final! Sou culpada. Só me resta uma única chance. Tom. Ele sempre foi a parte boa da minha história. A melhor de todas. A nota alegre e cheia de vida. O mundo todo fica azul quando ele está por perto. O problema é que as cores mudam quando ele vai embora. Sozinha eu não consigo. O céu é repleto de estrelas, no Universo todo. E a vida, em todos os mundos, é cheia de segredos. Agora eu sei disso. Não duvide. O mundo que você conhece não é real. Centenas, milhares de realidades dançam à sua volta. Você não as vê. Mas, se quisesse, poderia tocá-las. A pergunta é: No fim, o que vai sobrar de mim?”  (Trecho de O SOMBRIO CHAMADO – a maldição de um destino, Kelly Shimohiro, Ed. Novo Século, 2019)

Nós, as Irmãs de Palavra, estamos tão, tão FELIZES (orgulhosas mesmo!) em apresentar esse livro, que foi escrito por uma de nós: Kelly Shimohiro. A saga de Ágatha Guiller – a garota protagonista dessa história – começou há tempos em O ESTRANHO CONTATO, lançado no final de 2015. Ágatha abandonou a vidinha chata em que arrastava seus dias, quando se apaixonou por um garoto de outro mundo! Tudo mudou, nada do que ela conhecia poderia explicar sua nova realidade. Ágatha conheceu outro planeta, viveu aventuras incríveis e sofreu uma tragédia, que mudou tudo mais uma vez. Agora ela está de volta. Em O Sombrio Chamado, Ágatha se depara com os mistérios e segredos que cobrem os mundos, que conecta a todos. Descobre que a vida que acreditava não existe mais. Era mentira. Então se lança em uma jornada perigosa, onde terá que desvendar a verdade sobre si mesma. Quem você realmente é. A maldição do seu destino. Se entregar ou resistir, dizem sim ou não… “No fim, o que vai sobrar de mim?”

O Sombrio Chamado é o segundo livro dessa trilogia fantástica. E a novidade é que cada livro pode ser lido independente. Você pode conhecer Ágatha pelo segundo livro, e se quiser, voltar ao primeiro. E depois, você ainda terá o volume três. De qualquer forma, não recuse esse chamado:

Lançamento em Maringá: 16 de maio (quinta-feira), às 19h30 – Livrarias Curitiba – Shopping Maringá Park.

Lançamento em Londrina: 22 de maio (quarta-feira), às 19h30 – Livrarias Curitiba – Shopping Catuaí.

livro O SOMBRIO CHAMADO

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DÊ UMA PAUSA – é hora do(s) livro(s)

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É hora do(s) livro(s)!

A pontualidade britânica. O peixe com ervilha no pub. A chuva ao sair do Fantasma da Ópera. As compras na Oxford Street. Ver o tempo passar no Palácio de Westminster, pelos ponteiros do Big Ben. Tudo nos levaram, pequenas, a adorar Londres. A vista do lago Igapó. A coxinha e o bolinho de carne no  Mercado Xangrilá. Espetáculos do FILO. Show no Valentino. O clube do livro AMIGOS DE PALAVRA. A vitamina da Sergipe nos fazem adorar, ainda mais, a nossa pequena Londres. A pequena Londres ou Uma pequena em Londres, ah tanto faz! Fazem parte da mesma coisa, a duologia de Maria Angélica Constantino, escritora e nossa amiga de Palavra. Assim como a cosmopolita Londres atrai milhares de turistas, existe um milhão de razões para você olhar ao seu redor e viver a beleza local. Os livros de Maria Angélica são assim. Autora de Londrina, pertinho de nós, tem o que contar, tem talento, tem história boa. É claro que nós amamos as viagens/histórias internacionais (amamos!!). O mundo é grande, lindo e cheio de histórias surpreendentes. Lá longe. E aqui também! O resto é história (e a gente adora!).

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DÊ UMA PAUSA, é hora do livro!

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é hora do livro!

Existe um gênero literário que não caiu nas graças da grande massa, mas bem que podia! (achamos mesmo que devia) A POESIA.  Uma nota alegre e cheia de vida. Com ela, o carnê vira viagem dos sonhos. A fome, cachorro louco que devora o mundo (por dentro). A dor de amor, lamento sem fim. Porque poeta é assim, vê tudo com olhos furiosos e escreve com a voz de quem quer mais. Mais da vida, mais de si! Maria Eugênia, nossa amiga de palavra de Maringá, nos empresta ‘Sua Loucura’ em Poetize 2019, antologia poética – organizada pela Isaac Almeida Ramos – e nos convida àquela pausa do dia: precisamos gritar agora e não morrer calada, nem seguir na multidão sem dizer nada. O resto é história (e nós adoramos!).

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