BEM-VINDO

dany final

BEM-VINDO

Irmãs doidas – pelas palavras! E pelas coisas que se inventam com elas. Publicamos nossos primeiros livros: Dias Nublados (Dany Fran), ficção inspirada em fatos reais; O Estranho Contato (Kelly Shimohiro), literatura fantástica. E seguimos com elas… as Palavras, sempre, toda hora, por toda parte! Porque o que vale, mesmo, são as histórias. As nossas, as suas, as do mundo todo.

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Dê uma pausa, você pode criar mundos.

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Você pode criar mundos.

Tenho tanta alma quanto você!“, escreveu, séculos atrás, Charlotte Brontë. Lembrar de nossa humanidade (e fazê-la aparecer ainda mais) é uma das coisas que os livros fazem por nós. A Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata (filme de 2018) apaixona o espectador  quando mostra o poder dos livros. E você só pode ter um livro em mãos, se antes o autor fizer o trabalho dele. Então é sobre eles que vamos falar, os escritores. Conversas entre Escritores – as entrevistas da Believer ( Edição Vendela Vida, Arte&Letra, 2009) é uma obra que partilha histórias de quem nos oferece histórias. As Irmãs de Palavra compraram este livro no metrô de São Paulo, pelo preço exorbitante de R$2,00 (sim, acredite! bastou enfiar o dinheiro na máquina). Íamos nos encontrar justamente com um escritor, que editou nossos primeiros romances. Coincidências à parte, este livro nos fez parar tudo por um tempo. Como, cada autor, cria sua história? Às vezes, nos esquecemos do trabalho duro e árduo que é escrever. Enloquente e solitário. O escritor não é um médico, metido em plantões e que salva vidas. Ele não é um professor,  que ensina todos os que, um dia, serão os profissionais espalhando-se pelo mundo. Ele não é um político, chefe de estado, presidente, nem um monarca. Ele não é um padeiro, um executivo, um maquiador, um pastor, um produtor rural, um blogueiro, um jogador de futebol, um cientista, um entregador de pizza ou um dentista. Ele não é nada disso. Ele é apenas um contador de histórias. Que, humildemente, favorece a imaginação de seus leitores. E, talvez, nada no mundo seja tão ousado e transformador quanto uma pessoa criativa. Os livros podem fazer isso por você.  Sim, você tem o poder de criar mundos, se quiser. O resto é história (e nós adoramos!).

“O romance é realmente um dos poucos lugares no mundo onde dois estranhos podem se encontrar em uma intimidade absoluta”. (Paul Auster) “Para mim escrever é como respirar”. (Haruki Murakami)  O estilo de um escritor, se essa é a palavra – tom, assinatura, o que seja – é o motivo para lê-l0“. (Tom Stoppard) Se eu puder causar no leitor o mesmo sentimento que esse escritor causou em mim, então serei bem-sucedido. E essa é, provavelmente, a maior influência“. (Ian Mcewan) “Uma das coisas que sempre tentamos fazer na condição de escritores: ajudar as pessoas a entender a humanidade dos outros, a importância de outras vidas. Não acho que temos responsabilidades especiais como escritores. Tudo o que você pode fazer é tentar humanizar as imaginações das pessoas. Eu não conheço  nenhuma forma melhor de fazer isso, a não ser continuar a escrever.” (Tobias Wolff)

texto Irmãs de Palavras

irmãs de palavra - escritores

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neil gaiman

Dê uma pausa, e entre na roda


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Deixe todo o resto de lado, vamos abrir essa ciranda e conversar um pouco.

Palavras são dotadas de espírito, pode acreditar no que estamos dizendo. Vigor, perspicácia, entusiasmo, obstinação, renovação, inspiração têm energias desde a raiz semântica mais profunda. São como forças subterrâneas, capazes de impulsionar arroubos em quem as usa. Agora: perda, insossa, soberba, humilhação, desconfiança, avareza, inveja, lamúria, reclamação, ciúmes guardam um mundo de escuridão dentro delas. Podem arrastar seus pés feito bolas de chumbo. “Com que intensidade escolhemos ‘escrever’ nossas vidas e por quantas ninharias de qualquer importância nos deixamos como páginas fechadas?”

Pessoas também são assim; vigorosas ou apáticas,  inovadoras ou entediadas. Com as histórias acontece a mesma coisa. Elas derrubam você do lugarzinho comum e sem graça em que você se encontrava, um verdadeiro banho de energia; ou te empurram para um quarto solitário e vazio dentro da sua própria mente. ‘Ciranda das mulheres sábias’, de Clarissa Pinkola Estés (Ed. Rocco, 2007) traz o tipo de palavra que acende, invocando mais vida em quem as lê. Um livro que desafia ordens e te puxa para o meio da roda.  “… para que você se lembre de quem é, e  faça bom uso da magnitude que nasceu embutida no seu eu precioso e indomável”.

É um ensaio que ressalta a sabedoria que nasce nas cirandas das mulheres. As trocas antigas e revigorantes entre as iguais, receitas que passamos há gerações, unguentos que ensinamos umas às outras e perfumamos os caminhos, gargalhadas que compartilhamos, suspiros e incertezas que podemos confessar, para depois sairmos renascidas, abastecidas, fortalecidas, repletas de vontade de retornar ao próprio mundo e fazer dele a nossa grande aventura. As Irmãs de Palavra têm a benção de poder fazer parte de muitas rodas dessas. Uma delas aconteceu em 2016, quando lemos este livro no clube do livro AMIGOS DE PALAVRA de Londrina, e outra, em 2017, o mesmo livro no clube AMIGOS DE PALAVRA de Maringá. A ciranda que estamos na foto é bem recente, foi quase ontem, e nos encheu de alegria e intensidade, e depois, continuou contagiando cada palavra que passamos a escrever. Porque benção é assim, passa de um para o outro, sem você perceber. É um pequeno presente que oferecemos ao outro (e também recebemos). O resto é história (e nós adoramos!).

“Quando uma pessoa vive de verdade, todos os outros também vivem.”

                                                                                                    (Clarissa Pinkola Estés)

Texto das Irmãs de Palavra


a ciranda

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devaneio

Dê uma pausa, as Irmãs de Palavra viram uma bruxa!

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As Irmãs de Palavra viram uma bruxa!

 

Que bruxas existem, todos nós estamos cansados de saber. Queimávamos elas vivas ou as enforcávamos, por isso, agora elas andam disfarçadas. Essas mulheres estranhas, inusitadas, que botam medo porque sabem de coisas que a maioria das pessoas nunca ouviu falar, têm atitudes que quase todo mundo nunca teria a coragem. Você já viu uma de verdade? Assim, ao vivo, bem de pertinho? Já conversou com alguma? As Irmãs de Palavra, sim! E foi este fim de semana na FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu de 25 à 29 de julho). Estamos falando da escritora russa Liudmila Petruchévskaia. De vestido preto esvoaçante e chapéu glamoroso (preto também), Liudmila hipnotizou uma plateia embasbacada pelo seu vigor contagiante. Um assombro de mulher! Não apenas pelo vigor de, aos 80 anos, cruzar o mundo chacoalhando a literatura, ou aos 69  descobrir em si novos talentos, começando a cantar em francês e alemão. Nem somente por botar fé na escuta atenta e na mente coletiva para, a partir daí, contar suas histórias. “Eu só escuto, as histórias já existem”, diz ela. Tampouco por sua fala divertida e ao mesmo tempo seca e direta, revelando uma alma audaciosa e cheia de vida. Liudmila, que um dia foi uma criança solta e selvagem que sofreu com o regime socialista da União Soviética, não se apoia em dramas para comover o leitor. Não faz da dor seu amuleto. Não se importa em responder aos padrões. Não se vangloria de qualquer tipo de estrelismo. “Meu sucesso? Não tem nada a ver comigo”. Por isso mesmo, é uma presença literária fenomenal e cativante. Invade a mente do leitor com magia e mistério. Quebra paradigmas e falsos conceitos do pragmatismo esnobe literário. Ela inspira que você tire suas próprias máscaras e se jogue na vida. Essa foi nossa experiência na Flip com Liudmila. Um contato de outro mundo, com certeza que sim. Mas tudo começou antes, em maio deste ano no Clube de Palavra AMIGOS DE PALAVRA de Londrina, quando lemos seu livro “Era uma vez uma mulher que tentou matar o bebê da vizinha”. O único título da autora traduzido no Brasil, pela Companhia das Letras, 2018 – originalmente publicado em 2013. É um livro de contos que mesclam o terror, o cômico, o sombrio e o grotesco. Que nosso grupo leu por acaso, por indicação da mãe de uma de nossas amigas de palavra, Marina Elisa Castro (fofa e selvagem como só ela consegue ser). Nosso grupo se espantou com o título e depois, se entusiasmou com a leitura. Parecia que estávamos numa roda antiga, escutando velhas história assombradas. Está aí o poder de uma boa história: encantar para tocar. A magia de Liudmila está nos elementos místicos e alegóricos de sua escrita, também no subconsciente dark que se revela a cada linha. Encontramos ressonância na escuridão que nos rodeia. Autora antes censurada, hoje premida, mais conhecida ainda por suas peças de teatro. Nós, Irmãs de Palavra, junto com uma turma do Clube do Livro AMIGOS DE PALAVRA de Maringá, assistimos Liudmila, que de pé respondeu às perguntas e depois cantou. A vontade que nos deu foi de descobrir  que tipo de magia nós escondemos dentro da gente. Toda a gente. Vai que somos todas bruxas (e bruxos). O resto é história (e nós adoramos!).

texto das Irmãs de Palavra

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devaneio

DÊ UMA PAUSA e saia correndo de quartos amarelos!

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e saia correndo de quartos amarelos!

Nosso argumento é simples: toda mulher pode cuidar de si mesma. Toda pessoa pode cuidar de si mesma. A não ser que tenha necessidades especiais limitantes, seja portadora de alguma síndrome ou doença incapacitante, ou seja ainda uma criança. Caso contrário, toda pessoa deve ter o direito de fazer suas próprias escolhas.

Nossa ideia não é nova: feminismo é uma luta necessária. Vozes de tantas mulheres foram amordaçadas. Caladas à força por hábito, pela tradição, pela ignorância, pela tirania, pelas pressões e hierarquias sociais… Tantas algemas, muros, que poderíamos nos ‘prender’ aqui por séculos! Ora, é claro que precisávamos mesmo sair às praças e gritar. Precisávamos romper com centenas e centenas de anos de violência e opressão. E ainda hoje, precisamos lutar contra mais violência. Explícita ou disfarçada. Muitas mulheres, em todos os tempos, desenharam, pintaram, esfregaram, capinaram, escreveram, discursaram, costuraram, ensinaram, dirigiram, cantaram, noticiaram, criaram filhos e filhas, inspiradas por uma força: construir um mundo mais igual entre homens e mulheres. Um mundo de vida e não de morte. Todos queremos o sol. Todos precisamos voar. Nunca mais vamos parar. Porque essa é uma luta de todos, mulheres e homens.

Nossa indignação nasceu na primeira geração de mulheres. Não à subjugação, à humilhação, ao desrespeito, à injustiça, à alienação, ao abuso. Não à falta de noção. Nem por brincadeira, podemos tolerar o poder de quem se sente superior. Gente é gente. Ponto final e acabou a história.

Nosso livro da semana, “O papel de parede amarelo”, acende com voracidade esse nosso papo. Um conto publicado em 1892, da escritora feminista americana Charlotte Perkins Gilman. Ele fala da vida de uma mulher que adoece sem saber exatamente o porquê. Ela é levada, pelo seu ‘zeloso’ marido John, para passar uns dias em uma casa de campo, afim de se recuperar de um “mal passageiro”. Médico, homem da ciência, acredita que em novos ares, afastada de tudo e todos que podem inquietar sua imaginação, sua tristeza se vá e ela fique calma (como se calma fosse uma boa forma de viver). E acaba enfiando a mulher, contra seu gosto, em um quarto de papel de parede amarelo que ela, a propósito, detesta. Ela ainda resiste e tenta não se enquadrar às medidas padronizadas que não são suas, escreve quando o marido ou a cunhada não estão por perto, pensa no filho que não vê. Até que faz sua escolha. Qual é? Bem, se fôssemos você escolheríamos ler essa história! Que além de não ter envelhecido, serviu – e ainda cabe – como um baita símbolo feminista.

Nosso encerra é um alerta:  saia correndo de ‘quartos amarelos’, mas não antes de rasgar todo o papel de parede. O resto é história (e nós adoramos!).

Texto das Irmãs de Palavra

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neil gaiman

DÊ UMA PAUSA PARA OS ERROS FANTÁSTICOS, COMETA OS SEUS!


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para os erros fantásticos. Cometa os seus!

“Faça boa arte. Tudo bem, você não tem ideia do que é. Vá e faça. (…) Eu aprendi a escrever, escrevendo”. (Neil Gaiman)

E, de repente, quem nunca se formou no nível superior, estava discursando para graduandos de uma universidade de arte. Surreal? Não, só um fato controverso (ou dialético, como dizia Hegel). É que em 2012, o autor de histórias fantásticas, Neil Gaiman, fez um discurso empolgado na University of the Arts, na Filadélfia. Tema: carreira. Ou melhor, como ser brilhante na profissão que você mesmo escolheu. Afinal, centenas de recém-formados estavam prestes a se jogarem no mercado de trabalho. E aí? E agora? Pra onde ir, meu Deus? Você também se sente assim? Nem que seja uma vez ou outra, mesmo que não seja recém-formado? O discurso virou livro: “Erros Fantásticos – o discurso: ‘Faça boa arte’!” (Ed. Intrínseca, 2013, Neil Gaiman e imagens de Chip Kidd). Nas poucas páginas escritas, você pode se inspirar para dar conta de uma missão, digamos que importante da sua vida: dar certo! Mas o que é isso pra você? Bem, para as Irmãs de Palavra tem muito a ver com as ideias deste pequeno, e aparentemente inofensivo, livro de Neil Gaiman. Ele, escritor de destaque no mundo da literatura fantástica, nunca fez planos de carreira, mas ‘imaginou’ uma montanha, lugar onde gostaria de chegar como escritor. E fez de tudo para estar cada vez mais próximo ‘desta montanha’. Fugiu da academia, não aceitou propostas ‘respeitáveis’ de emprego, aguentou derrotas, períodos de desilusão e, quem sabe, até desespero. Não se acomodou, nem se acovardou. Não tentou copiar os passos de ninguém. E se levou a sério, respeitou o seu prazer e seu grande sonho. Não se desviou. Mas teve seus erros. Seus fracassos. Olhou com atenção para todos eles. E não somente para render$, batalhou por escrever cada vez melhor, todos os dias. Ouviu isso? Todos os dias, incansavelmente. Então, pôde contar com a ‘sorte’… Tanto que “Coraline” era para ser “Caroline”. Gaiman escreveu errado e veja só no que deu esse erro vocálico! Erro?

Talvez sua vida não seja meteórica como do autor. Talvez seja, vai saber! De qualquer forma, este discurso é, como diz na contracapa do livro, para todos que estão olhando ao redor… E pensando! Porque ele tem o poder mágico de despertar o dragão adormecido que se esconde dentro de cada pessoa. E depois que ele desperta, você não pode mais contê-lo, porque dragões adormecidos só têm um desejo: vida intensa! E batalham por isso com fúria. O resto é história (e nós adoramos!).

“Nos dias ruins, faça boa arte. Nos dias bons, faça boa arte. Nos dias de medo e de frio e de desespero e dor, em todos os dias pavorosos, faça boa arte. E entenda boa arte como se jogar no mundo e ser exatamente VOCÊ. Escreva seus próprios discursos. Será sempre uma boa história.” (Irmãs de Palavra)

Texto das Irmãs de Palavra

neil gaiman

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Dê uma pausa e ilumine-se: Coleção Vaga-lume

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E ilumine-se: coleção Vaga-lume!

Tá, tudo bem. Talvez seja como dizem por aí: não se vive de passado, o que importa é o presente. O momento AGORA da sua vida, é nele que todos os seus esforços devam valer. Mas, talvez, não seja bem assim. Quem sabe tempo passado-presente-futuro possam se encontrar em um ponto exato: você. E somos tudo o que vivemos até aqui, somos o desejo de quem queremos nos tornar, somos este instante de vida nova. E nós, as Irmãs de Palavra, somos muito do que lemos. E lemos muita coleção Vaga-lume em nossa infância e adolescência. Hoje, somos todas aquelas histórias (o que entendemos delas, o que sentimos com elas, o quanto viajamos e nos tornamos maiores com elas). Os mais velhos vão se lembrar, com certeza: Éramos Seis (Maria José Dupré), Sozinha no Mundo (Marcos Rey), A Serra dos Dois Meninos (A. Fraga Lima), A Ilha Perdida (Maria José Dupré), Acúcar Amargo (Luiz Puntel), Zezinho, o Dono da Porquinha Preta (Jair Vitória), A Turma da Rua Quinze (Marçal Aquino) e tantos outros. Os mais novos também podem se aventurar. A coleção Vaga-lume foi reeditada. Em 2015, a editora Ática resolveu dar uma cara nova à coleção que na década de 80 chacoalhou a literatura nacional. Alguns ganharam outras capas e tiveram o projeto gráfico reformulado. Na nova configuração teve até suplemento online.

Impresso ou não, tem um especial. ‘Zezinho, o Dono da Porquinha Preta’. Traz a infância à tona para uma das Irmãs de Palavra. Quando ela era uma criancinha atrevida e bem loirinha, leu este livro (não porque foi indicado na escola, mas porque tinha ao redor, aos montes, a influência danada das irmãs) e chorou. E quis, pela primeira vez, também se arriscar para defender uma porquinha como a Maninha. E olhou, pela última vez, com tanta inocência para as relações tão próximas. Os Passageiros do Futuro (Wilson Rocha) é outro bem especial. Esse livro foi dado pela irmã mais velha (Mary Antonia Gongora) a uma das Irmãs de Palavra, em 1988. E quem poderia imaginar que trinta anos depois, essa irmã ainda estaria às voltas com universos paralelos em mundos alienígenas (agora como autora). É passado-presente-futuro, todos juntos, dando passagem a quem você é. Esse é o universo em expansão. O seu universo. Todos universos em conexão. O resto é história (e nós adoramos!).

Texto das Irmãs de Palavra

E pra você, deixamos as palavras da Irmã mais velha: os passageiros do futuro

 

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