Essa coisa ‘viva’ que é morrer

Gibran, em O Profeta, fala da morte como a outra face da vida. Nas palavras do filósofo, “Quereis conhecer o segredo da morte. Mas como podereis descobri-lo se não o procurardes no coração da vida?(…) Pois a vida e a morte são uma e a mesma coisa, como o rio e o mar são uma e a mesma coisa.”
Talvez a morte, então, seja um jeito diferente de viver… Bem, não importa tanto assim, porque vive de verdade quem faz uma bagunça boa no mundo, chacoalhando ideias e cavando melhores caminhos. E isso não desaparece quando a pessoa morre. O que ela fez no mundo continua vivendo através das outras pessoas.
Nesta semana, o mundo literário se entristeceu com a morte de dois grande autores, cada um a seu modo.
galeano
escritor
Sim. Eles morreram, mas os efeitos que provocaram no mundo, não! Estes continuam vicejando em nós, Irmãs de Palavra, e em você também. Assim, como toda boa história!
Uma vez a página aberta, o livro, morto quando fechado; vive com o leitor, pega em sua mão e o leva para outros mundos. Uma viagem que você vai poder fazer com O ESTRANHO CONTATO, de Kelly Shimohiro. Ou ainda, vai poder enxergar as facetas da morte criando vida passeando pelos capítulos de DIAS NUBLADOS, de Dany Fran.  Em breve, duas ‘histórias apaixonantes’ publicadas pela Editora Empíreo.
Que as palavras, literalmente, vivam em nossa mortalidade! 
Super beijos.
das Irmãs de Palavra
Dany Fran

Dany Fran

Autora de "Dias Nublados", jornalista.

  • Irmãs de Palavra

    Morrer está no coração da vida… A situação emergente é viver uma vida que não seja morta…