As Irmãs em Sampa – trilhando pela Bienal

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“Já havia lido muito a respeito. Passarelas apertadas por livros e gente. Continuo lendo. Em 2016 corredores mais amplos proporcionaram mais conforto aos milhares de visitantes. Já havia desejado. Estar na Bienal do Livro, perto de tantas obras, autores e leitores. O desejo saciado, continua crescendo Uau, caramba… É tudo over mesmo, gente demais apaixonada por aventuras lidas e escritas partilhando o mesmo espaço. E isto.. bem, em qualquer tempo vai ser surreal. Pelo menos pra mim!

bienal bem menorPisar no Anhembi pela primeira vez e esbarrar em autores que admiro, outros que passei a gostar; estar com editores que cutucam minhas ideias, conhecer leitores apaixonantes, rever amigos que abraçam minha memória afetiva e adquirir novas páginas (que já estão sendo devoradas); claro que foi incrível!!! Um tempo pra sorrir abestalhada, com gostinho de ‘sim, quero voltar’ pra isso. Agora, ter toda essa experiência também como ‘escutadora’, escritora… Putz, foi mesmo um momento épico! Mais uma vez meus dias foram iluminados por ‘Dias Nublados’, que definitivamente cavou outros enredos ao meu. E tudo isso ao lado da minha Irmã de Palavra, uma soma incalculável, um ‘contato’ fenomenal, um pulso que vibra e aumenta o ritmo do nosso encantamento pelas histórias”. (olhares de Dany Fran)
binela bem menor 2Bem, se eu pudesse diria idem às palavras da minha irmã de palavra. Porque concordo. Porque para mim também foi épico. Foi fantástico. O Estranho Contato no mar de histórias da Bienal. Dias Nublados bem ali. Mas como não posso simplesmente dizer idem, tem uma palavra para a Bienal 2016: trilho. Trilho porque é caminho, para histórias, para escrita, para o leitor. Trilho porque também se refere à trilhar, que é o verbo da busca e da atitude. A Bienal foi isso para mim também. Trilho porque é o ponto que liga mundos, leitor e escritor, escritor e editor, Irmãs de Palavra uma a outra. Trilho porque marca fronteiras entre o seu estilo de escrita e tantos outros. Trilho porque permite passagem. A passagem da história (da minha e de milhares) até as mentes, e as mentes animam o mundo. Trilho porque leva e traz. Saídas criativas, diversão, ponto de parada e expansão. Trilho porque não para nunca. As histórias, as chances todas, a loucura que gruda você num livro e a vontade de escrever mais. E mais. E mais.” (percepções de Kelly Shimohiro)
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Dany Fran

Dany Fran

Autora de "Dias Nublados", jornalista.