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DÊ UMA PAUSA – e vá encontrar essa tal de ‘verve’

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Pare tudo que está fazendo e leia Julia Child – Minha vida na França (Seoman, 2009)

Sem verve não há vida, divertida. Há crítica, resmungos, pessoas vivendo feito franguinhos de granja. Aquela ‘meia-vida’ regada à ração e água tomada aos golinhos. Com verve arrebenta-se a droga da porta do galinheiro. Bate-se as asas e cai-se no mundo.

– Verve é um substantivo feminino que indica: entusiasmo, inspiração, graça e vivacidade. –

Tem livro que nos injeta uma dose cavalar de verve. Julia Child, Minha vida na França é um deles. Uma espécie de biografia, onde o que menos importa são datas, nomes de lugares e coisas desse tipo. Depois de um ano ou dois (ou até menos que isso), todos esses detalhes – geralmente – são esquecidos. E o que fica, então?

A verve. A verve fica. A verve se espalha. A verve cresce feito praga que não pode ser contida. (Graças a Deus!) A verve é extraordinária! Pensando melhor, essa ‘danada’ de verve  é muito perigosa. Vai que ela toma o mundo, é loucura na certa! Pessoas gargalhando, cheias de novas ideias, se divertindo à beça, topando o trabalho duro e cheio de sentido, pessoas animando umas às outras e não podando umas às outras. Criaturas com verve deveriam ser proibidas, desafiam a ordem! Iam tirar tudo do prumo. Revolucionárias, entusiásticas, honestas, imperiosas feito Julia Child. Uma americana que depois dos 40 desafiou-se com novas aventuras, abandonando um trabalho burocrático para descobrir os prazeres da culinária francesa. (deu no que deu!)

Bem, as Irmãs de Palavra leram ‘Minha vida na França’ e agora são um caso perdido. Todo dia, uma boa dose de verve na vida, nada de água aos golinhos. O resto é história (e a gente adora!).

Texto das Irmãs de Palavra

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Kelly Shimohiro

Kelly Shimohiro

"Tudo é um ponto. E o ponto é você!" Autora de "O Estranho Contato".