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DÊ UMA PAUSA, é hora do livro!

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é hora do livro!

Existe um gênero literário que não caiu nas graças da grande massa, mas bem que podia! (achamos mesmo que devia) A POESIA.  Uma nota alegre e cheia de vida. Com ela, o carnê vira viagem dos sonhos. A fome, cachorro louco que devora o mundo (por dentro). A dor de amor, lamento sem fim. Porque poeta é assim, vê tudo com olhos furiosos e escreve com a voz de quem quer mais. Mais da vida, mais de si! Maria Eugênia, nossa amiga de palavra de Maringá, nos empresta ‘Sua Loucura’ em Poetize 2019, antologia poética – organizada pela Isaac Almeida Ramos – e nos convida àquela pausa do dia: precisamos gritar agora e não morrer calada, nem seguir na multidão sem dizer nada. O resto é história (e nós adoramos!).

meugênia

 

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bienal 1

DÊ UMA PAUSA, está na hora da aula!

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Está na hora da aula!

Não importa se não leu todo o texto, não fez a lição nem mesmo se chegou atrasado. Tem aula que te tira dos eixos. Aplausos a todas elas! ‘Aulas de Literatura’ (de Júlio Cortázar, Civilização Brasileira, 2015) é assim, dessas aulas que valem à pena! Se você estivesse vivo, Júlio, te encheríamos de beijos e abraços! (ah, se não!) Bem… Seus livros estão. Não vamos beijá-los nem abraçá-los, mas não conseguimos mais parar de lê-los. Nada de esquemas prontos, dicas infalíveis para se fabricar “best sellers”. Não, não é isso que encontramos em Aulas de Literatura. Não é assim que se aprende a escrever de verdade. A literatura que interessa, a aula que interessa, tira qualquer um dos eixos. Quando dá o sinal e o professor fecha a porta, ou quando o livro termina, não são as respostas que mais importam. Estamos cheios delas. Nós precisamos de perguntas que desafiem a mente, a vida , a ordem. Perguntas são chaves mágicas, criam um novo mundo. Cortázar, se você estivesse vivo, iríamos agarrar você! O resto é história (e nós adoramos!)

júlio cortázar

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neil gaiman

DÊ UMA PAUSA e vá ler Pamela Druckerman

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e vá ler Pamela Druckerman

Nós já lemos três livros da autora: Crianças francesas não fazem manha, Crianças francesas dia a dia e Vida adulta à francesa. Somos obcecadas pela França? Pela autora? Nenhuma coisa nem outra; e um pouco das duas. Na foto, você vê ‘adultas’ na França vivendo à brasileira, e crianças, que não estão fazendo manha. Mas, é claro, também tem franceses vivendo comme bon vous semble.
É claro que não confiamos em manuais viva-assim-ou-assado. Isso é uma bobagem, cherry. É claro que estamos cansadíssimas de saber que exemplos podem ser fabricados para serem seguidos, mas no fundo, são apenas inspirações. Just it. É claro que a vida de alguém (seus sucessos e buscas) precisa ser analisada antropologicamente. Por isso, dear, não tente a imitação. No es um buen camino. Uma hora ou outra, não vai ‘dar bom’. É claro que também não podemos menosprezar a experiência do outro. Sim, você pode aprender (e muito) ouvindo ou lendo relatos. É vero! É claro que se são os nossos problemas, as nossas crianças e a nossa vida, nós podemos usar da mágica. Aquela bem antiga, do começo do mundo. É bem simples também. É só você viver a Sua Vida. Com as suas próprias inspirações. Daqui para frente. E você vai se espantar, quando os resultados começarem a pipocar. Glo my, dit is die ware magie! (do Africanêr: acredite, esta é a mágica de verdade!). O resto é história (e nós adoramos!)

kidsfrancesas

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DÊ UMA PAUSA para o jantar, mas cuidado – você já provou carne de gaivota?

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e vá ler Jantar Secreto. Mas cuidado, você já provou carne de gaivota?

Nós – Irmãs de Palavra – provamos. E gostamos. Na verdade, adoramos! Não a carne de gaivota, o Jantar Secreto (livro de Raphael Montes). Tudo começou pelo convite, irrecusável. Quem resiste a um Jantar Secreto? Em nosso clube do livro AMIGOS DE PALAVRA de Londres, duas participantes foram categóricas: “Não podemos deixar esse livro de fora!” Convite aceito. O Jantar Secreto estava marcado. A entrada: deliciosa (nas primeiras páginas o leitor não tem mais como abandonar a mesa); acompanhada do espumante inicial, que faz cócegas no céu da boca e deixa a gente mais à vontade (a construção da base da história, o começo da coisa toda já impregna a mente do leitor, que passa a participar – secretamente – dos ‘jantares’); então, o menu principal é servido e você realmente é surpreendido (o enredo, a trama e o desfecho levam o leitor a cenários sombrios e cruéis, você nem quer pensar sobre isso, nem mesmo imaginar!); e, ainda estupefato pelo famoso prato, a sobremesa é posta à mesa e você dá colheradas até devorar tudo (a virada no final da história vale quase tanto quanto tudo que lhe foi oferecido até ali). Você se levanta e quer deixar a mesa, o restaurante, esquecer o menu e todos que conheceu aí. Mas o gosto da carne de gaivota permanece em você. Suas papilas gustativas não lhe deixarão esquecer do banquete. Uma vez provada, a carne de gaivota vicia. Fechamos o livro, olhamos uma para outra e perguntamos: Quando será o próximo jantar? Não, nada disso. Por favor, NÃO! Só saímos caçando outro título de Raphael Montes para um bon appétit! O resto é história (e a gente adora!)

jantar secreto

 

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bienal 1

DÊ UMA PAUSA e vá ler “Todos os dias na Toscana”

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e vá ler “Todos os dias na Toscana – as quatro estações na Toscana”, de Frances Mayes (Rocco, 2012).

Para quem curte números (e também para quem não liga para eles), temos 3 motivos para ler essa obra: 1 – a prosa de Mayes é realmente boa; 2 – cada capítulo tem o poder de fazer você desejar sair por aí e tomar a vida em generosas goladas; 3 – você vai encontrar um mix tentador: cenário da Toscana, receitas italianas e relatos do cotidiano com amor e humor. Já tá convencido? Se ainda precisa de um argumento decisivo, as Irmãs de Palavra têm um: o livro de Frances Mayes é tão poderoso que nos fez levantar voo e passar dias inesquecíveis no solo italiano da Toscana, em setembro de 2018. Só há uma ressalva, Frances mentiu. A Toscana não é tudo aquilo que ela descreve no livro. É muito melhor! O resto é história (e a gente adora!)

toscana

 

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DÊ UMA PAUSA, vamos falar do livro da semana!

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Vamos falar do livro da semana!

Mas antes, vamos falar de Paris. Quando uma das Irmãs de Palavra pisou lá pela primeira vez estava com seu amour, e se sentiu tão em casa, que conjurou um dia viver – e escrever – mais histórias ali. Mas quando as duas foram parar em Paris juntas, aconteceu por acaso, como as melhores coisas realmente acontecem. Foi um post idiota no facebook: “Ano que vem, vou estar rindo disso tudo em Paris!” (a outra Irmã de Palavra, que nunca havia pisado lá, publicou em seu feed). Então, veio o ano seguinte e a viagem para Toscana, das duas com a mama. Só que antes, aconteceu Paris, numa escala acidental. Às vezes, o destino é generoso. Às vezes, a fantasia se torna realidade pra você (assim, de repente!). E já que estávamos em Paris, decidimos seguir o conselho de Hemingway (não podíamos desobedecer, era Hemingway!). E no conselho ele dizia: Paris é uma festa (Bertrand Brasil, 2013). Paris é a festa das revoluções, do feminismo, dos grandes romances, da contravenção. Paris é a festa da moda, do croassant, da manteiga, do champagne e do escargot. Paris é o triunfo, lá se come comida francesa, bebe-se vinho francês enquanto estranhos murmuram palavras sensuais à sua volta (tudo em francês!). Paris é mesmo uma festa! Dos bons livros, do jeito Ce’s La Vie de se viver, das críticas sociais e dos preços exorbitantes. É uma cidade linda, o crème de la crème da high society. Não, o crème de la crème dos intelectuais e dos escritores. Na verdade, Paris é uma festa, mas aqui também é. O resto é história (e a gente adora!)

Texto das Irmãs de Palavra


parisfesta

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