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DÊ UMA PAUSA, vamos falar do livro da semana!

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Vamos falar do livro da semana!

Mas antes, vamos falar de Paris. Quando uma das Irmãs de Palavra pisou lá pela primeira vez estava com seu amour, e se sentiu tão em casa, que conjurou um dia viver – e escrever – mais histórias ali. Mas quando as duas foram parar em Paris juntas, aconteceu por acaso, como as melhores coisas realmente acontecem. Foi um post idiota no facebook: “Ano que vem, vou estar rindo disso tudo em Paris!” (a outra Irmã de Palavra, que nunca havia pisado lá, publicou em seu feed). Então, veio o ano seguinte e a viagem para Toscana, das duas com a mama. Só que antes, aconteceu Paris, numa escala acidental. Às vezes, o destino é generoso. Às vezes, a fantasia se torna realidade pra você (assim, de repente!). E já que estávamos em Paris, decidimos seguir o conselho de Hemingway (não podíamos desobedecer, era Hemingway!). E no conselho ele dizia: Paris é uma festa (Bertrand Brasil, 2013). Paris é a festa das revoluções, do feminismo, dos grandes romances, da contravenção. Paris é a festa da moda, do croassant, da manteiga, do champagne e do escargot. Paris é o triunfo, lá se come comida francesa, bebe-se vinho francês enquanto estranhos murmuram palavras sensuais à sua volta (tudo em francês!). Paris é mesmo uma festa! Dos bons livros, do jeito Ce’s La Vie de se viver, das críticas sociais e dos preços exorbitantes. É uma cidade linda, o crème de la crème da high society. Não, o crème de la crème dos intelectuais e dos escritores. Na verdade, Paris é uma festa, mas aqui também é. O resto é história (e a gente adora!)

Texto das Irmãs de Palavra


parisfesta

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DÊ UMA PAUSA, afinal é Harry Potter!

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Afinal, é Harry Potter (e ele merece!)

Nós não vamos falar do talento de J. K. Rowling. Não, o mundo já está cansado de saber disso. Nós também não vamos falar desse garotinho, o Harry Potter. Não, o mundo inteiro conhece esse bruxo desajeitado e poderoso. Nós – de jeito nenhum – vamos falar do famoso trio de amigos: Hermione, Rony e Harry. Não, o mundo já entendeu a grande mágica: uma amizade de verdade. Nós, em hipótese alguma, vamos falar dos milhões de fãs dessa saga. Não, o mundo foi infestado por eles. Nós, nem sob tortura, vamos falar do sucesso de Harry Potter nos cinemas. Não, o mundo todo enfrentou filas demais para assistir essa história. Nós, como único consolo do escritor que não encontra um novo viés sobre um tema, vamos bater numa velha teclinha conhecida: o mundo vai sempre precisar de uma boa história Uma história com aventura e diversão. Uma história em que os personagens avancem e tenham êxito. Uma história de respeito e solidariedade. Uma história de líderes sérios e comprometidos. Uma história de coragem e liberdade.  J. K. Rowling inventou uma. O mundo precisa criar uma também!

(texto das Irmãs de Palavra)

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DÊ UMA PAUSA – amanhã é tarde demais

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Amanhã é tarde demais.

Amanhã é tarde demais pra você. Você que brindou um novo ano, cheio de entusiasmo e planos. Você que fez promessas com uma determinação verdadeira desta vez. Você que varreu o desânimo e o cansaço, típicos de final de ano. Você que se encheu de esperança e disse SIM, é agora ou nunca, então é AGORA! Amanhã é tarde demais pra você.

Amanhã é o dia que se repete para sempre. É o dia que nunca chega. Amanhã é o dia ideal para cumprir promessas. É o dia perfeito para começar a reforma, a dieta, a economizar. Amanhã é o dia para pedir desculpa. É o dia para faxinar a casa e jogar fora tantas quinquilharias. É o dia que você vai começar a meditar, a parar de fumar. Amanhã, você jura, é o dia em vai se posicionar de verdade, falar tudo que precisa. É o dia para revelar-se. É o dia de tirar as vendas e ver a escuridão que se aproxima. É o dia que você vai enfrentar os grandes problemas da vida. Amanhã é o dia para mudar tudo que não deu certo, você repete mentalmente. Mesmo sabendo que amanhã é o dia que nunca chega. SIM, amanhã é tarde demais pra você.

Livro da semana: O livro do amanhã, Cecília Ahren (mesma autora de P.S Eu te amo), Novo Conceito, 2009. ‘Startamos’ 2019 com fantasia na veia. Na companhia de Tamara, uma adolescente que não precisava pensar no amanhã mas de repente perde tanta coisa (e pessoas) que se vê perturbada com o que pode (ou não) ser o seu amanhã. E aí uma biblioteca itinerante vira mais que diversão. Basta um livro para se ganhar muitos mistérios e ter diferentes futuros pela frente.

Texto das Irmãs de Palavra

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Dê uma pausa, vamos decifrar o mistério do papai noel


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Vamos decifrar o mistério do Natal

Ninguém precisa acreditar, mas o papai noel existe de verdade. As Irmãs de Palavra já viram, há muitos e muitos anos. Aconteceu numa noite de dezembro, éramos pequenas e ainda dividíamos o  quarto com os nossos brinquedos preferidos: a pantera cor-de-rosa e o fusca amarelo. O papai noel usava as famosas botas pretas e deixava pegadas por onde passava. Não sabemos por onde ele entrou, nem como escapou. Mas deixou um bilhetinho, que nós guardamos até hoje, escondido numa caixinha antiga, bem no fundo do armário. Está escrito assim: “Meninas, para cada pessoa no mundo, existe uma palavra mágica que torna todo sonho possível. Um dia, vocês descobrirão a de vocês. E então, a vida será uma grande diversão”. Nós ficamos anos tentando. Procuramos em todos os dicionários que encontramos. Em todas as línguas que conhecemos. Só depois de muitas histórias, finalmente, descobrimos a nossa palavra mágica. Estava ali, o tempo todo. Ninguém precisa acreditar, mas o papai noel deixou esse bilhetinho para as Irmãs de Palavra. E nós duas, bem, nós sabemos que é verdade. O resto é história (e nós adoramos!).

Livro da semana: Mistério de Natal, do mesmo autor de O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder – Companhia das Letrinhas, 1998. Já ouviu falar em calendário de Natal?  Joaquim, protagonista desta história, ganhou um e a cada dia do mês de dezembro que abria uma portinha do seu calendário, vivia uma nova peregrinação no tempo e espaço. É uma grande diversão! Neste livro, a gente passeia com Joaquim por histórias mágicas, que fazem a nossa renascer.

Texto das Irmãs de Palavra

 


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DÊ UMA PAUSA – Chegou O Sorriso das Mulheres

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Chegou a nossa vez de sorrir

“Nós sorrimos em Paris. Sorrimos porque Paris não é deste mundo. Não, não é. Pertence a outra galáxia, ninguém sabe, mas é verdade. Tem que ser verdade. Todo mundo volta diferente de Paris, sem conseguir explicar muito bem o porquê. Inventam todas aquelas desculpas: o Sena, o Louvre, os cafés e os croassants (ah, estes sem dúvida despertam sorrisos neste mundo), as igrejas, o Arco do Triunfo, a Champse-Elysée, as ruelas, as pequenas livrarias, a culinária francesa, os jardins, os castelos, os cabarés, o vinho, a moda, a Torre, as luzes; e acabam se convencendo que Paris é a cidade mais charmosa do mundo todo. Mais romântica. Boêmia. Retrô. A cidade LUZ. Bem… Nós sorrimos em Paris, na verdade, não apenas por todas essas coisas; mas porque descobrimos seu segredo. Paris não existe! É um sonho deslumbrante. E quando você vai pra lá, você descobre que sonhos são muito parecidos com a realidade, chegamos mesmo a confundir tudo. Mas sonhos são muito melhores, muito, muito melhores (nem se comparam!). Paris é uma prova. E sabe, se você quiser, você pode ser uma prova também. O resto é história (e nós adoramos)!”

Texto das Irmãs de Palavra

Livro da Semana: O sorriso das mulheres, Nicolas Barreau. Verus, 2013. «No ano passado, em novembro, houve um livro que me salvou a vida.» Assim como ‘coincidências não existem’ para os personagens Aurélie Bredin e Robert Miller, acasos não fazem parte da história das Irmãs de Palavra. Nós lemos este livro em 2017 no clube do livro Amigos de Palavra de Maringá. E depois, este ano neste mês, ele veio pra nós mais uma vez no book secreto dos Amigos de Palavra de Londrina. (!!)  E quando a sorte bate duas vezes, nós sorrimos de novo! Porque não pode ser verdade, trata-se de um sonho. (e as Irmãs de Palavra adoram sonhos!)

o sorriso em paris

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DÊ UMA PAUSA – e vá encontrar essa tal de ‘verve’

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Pare tudo que está fazendo e leia Julia Child – Minha vida na França (Seoman, 2009)

Sem verve não há vida, divertida. Há crítica, resmungos, pessoas vivendo feito franguinhos de granja. Aquela ‘meia-vida’ regada à ração e água tomada aos golinhos. Com verve arrebenta-se a droga da porta do galinheiro. Bate-se as asas e cai-se no mundo.

– Verve é um substantivo feminino que indica: entusiasmo, inspiração, graça e vivacidade. –

Tem livro que nos injeta uma dose cavalar de verve. Julia Child, Minha vida na França é um deles. Uma espécie de biografia, onde o que menos importa são datas, nomes de lugares e coisas desse tipo. Depois de um ano ou dois (ou até menos que isso), todos esses detalhes – geralmente – são esquecidos. E o que fica, então?

A verve. A verve fica. A verve se espalha. A verve cresce feito praga que não pode ser contida. (Graças a Deus!) A verve é extraordinária! Pensando melhor, essa ‘danada’ de verve  é muito perigosa. Vai que ela toma o mundo, é loucura na certa! Pessoas gargalhando, cheias de novas ideias, se divertindo à beça, topando o trabalho duro e cheio de sentido, pessoas animando umas às outras e não podando umas às outras. Criaturas com verve deveriam ser proibidas, desafiam a ordem! Iam tirar tudo do prumo. Revolucionárias, entusiásticas, honestas, imperiosas feito Julia Child. Uma americana que depois dos 40 desafiou-se com novas aventuras, abandonando um trabalho burocrático para descobrir os prazeres da culinária francesa. (deu no que deu!)

Bem, as Irmãs de Palavra leram ‘Minha vida na França’ e agora são um caso perdido. Todo dia, uma boa dose de verve na vida, nada de água aos golinhos. O resto é história (e a gente adora!).

Texto das Irmãs de Palavra

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