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DÊ UMA PAUSA, é hora do livro!

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É hora do livro! 

Os sete maridos de Evelyn Hugo (Taylor Jenkins Reid, TAG – abril de 2019) é o tipo de história que engana você. Você agarra esse livro, deita numa rede e bem despretensiosa imagina que vai descobrir os segredos das maiores estrelas de Hollywood. Todo o mundo sórdido que se esconde atrás das luzes da ribalta. É aí que você se engana. Você realmente vai ler sobre sexo, drogas e rock in roll. Vai ler sobre abortos clandestinos, intrigas, sobre fingir ser outra pessoa para ter sucesso. Vai ler também sobre problemas com álcool, relações abusivas, noites do tapete vermelho e até sobre fake news. Ainda tem o poder do mundo da fama e a vida milionária que uma estrela pode alcançar. Mas todo esse desfecho é apenas tapeação. O livro não é sobre isso (temos centenas de histórias assim pelo planeta todo). A autora usa a jornada de uma estrela do cinema de Hollywood para falar de coragem e do amor romântico hetero, bi e homosexual como uma coisa só: uma forma de amar – verdadeira! É uma história sobre o mundo ser um lugar mais seguro, mais amável e menos pragmático. Tudo isso coloca você, leitor, frente a frente a uma decisão: O que quero alcançar com a minha vida? Até aonde quero ir? O que farei para isso? E como Evelyn Hugo diz: “Ninguém merece coisa alguma. A grande questão é quem tem disposição para ir atrás do quê”. Nós, Irmãs de Palavra, temos toda disposição. E sabemos o que queremos pela frente, para nós e também para você. É a mesma coisa que autora desse livro deseja para sua própria filha: “Saia para o mundo, seja gentil e agarre aquilo que você quer com as duas mãos.” O resto é história (e nós adoramos!).

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DÊ UMA PAUSA, é hora do livro!

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É hora do livro!

“As sombras estão chegando. Eu não pude evitar. Estão vindo rápido, cada vez mais rápido. Talvez ninguém possa escapar. Eu sempre soube que acabaria aqui. Esse é o meu destino. Não posso mais fugir. Tinha alguma coisa errada comigo, só não sabia o que era. Agora eu descobri. Eu nem devia me preocupar mais com essas coisas. Eu devia desistir de uma vez por todas, ponto final! Sou culpada. Só me resta uma única chance. Tom. Ele sempre foi a parte boa da minha história. A melhor de todas. A nota alegre e cheia de vida. O mundo todo fica azul quando ele está por perto. O problema é que as cores mudam quando ele vai embora. Sozinha eu não consigo. O céu é repleto de estrelas, no Universo todo. E a vida, em todos os mundos, é cheia de segredos. Agora eu sei disso. Não duvide. O mundo que você conhece não é real. Centenas, milhares de realidades dançam à sua volta. Você não as vê. Mas, se quisesse, poderia tocá-las. A pergunta é: No fim, o que vai sobrar de mim?”  (Trecho de O SOMBRIO CHAMADO – a maldição de um destino, Kelly Shimohiro, Ed. Novo Século, 2019)

Nós, as Irmãs de Palavra, estamos tão, tão FELIZES (orgulhosas mesmo!) em apresentar esse livro, que foi escrito por uma de nós: Kelly Shimohiro. A saga de Ágatha Guiller – a garota protagonista dessa história – começou há tempos em O ESTRANHO CONTATO, lançado no final de 2015. Ágatha abandonou a vidinha chata em que arrastava seus dias, quando se apaixonou por um garoto de outro mundo! Tudo mudou, nada do que ela conhecia poderia explicar sua nova realidade. Ágatha conheceu outro planeta, viveu aventuras incríveis e sofreu uma tragédia, que mudou tudo mais uma vez. Agora ela está de volta. Em O Sombrio Chamado, Ágatha se depara com os mistérios e segredos que cobrem os mundos, que conecta a todos. Descobre que a vida que acreditava não existe mais. Era mentira. Então se lança em uma jornada perigosa, onde terá que desvendar a verdade sobre si mesma. Quem você realmente é. A maldição do seu destino. Se entregar ou resistir, dizem sim ou não… “No fim, o que vai sobrar de mim?”

O Sombrio Chamado é o segundo livro dessa trilogia fantástica. E a novidade é que cada livro pode ser lido independente. Você pode conhecer Ágatha pelo segundo livro, e se quiser, voltar ao primeiro. E depois, você ainda terá o volume três. De qualquer forma, não recuse esse chamado:

Lançamento em Maringá: 16 de maio (quinta-feira), às 19h30 – Livrarias Curitiba – Shopping Maringá Park.

Lançamento em Londrina: 22 de maio (quarta-feira), às 19h30 – Livrarias Curitiba – Shopping Catuaí.

livro O SOMBRIO CHAMADO

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DÊ UMA PAUSA, é hora do livro!

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é hora do livro!

Existe um gênero literário que não caiu nas graças da grande massa, mas bem que podia! (achamos mesmo que devia) A POESIA.  Uma nota alegre e cheia de vida. Com ela, o carnê vira viagem dos sonhos. A fome, cachorro louco que devora o mundo (por dentro). A dor de amor, lamento sem fim. Porque poeta é assim, vê tudo com olhos furiosos e escreve com a voz de quem quer mais. Mais da vida, mais de si! Maria Eugênia, nossa amiga de palavra de Maringá, nos empresta ‘Sua Loucura’ em Poetize 2019, antologia poética – organizada pela Isaac Almeida Ramos – e nos convida àquela pausa do dia: precisamos gritar agora e não morrer calada, nem seguir na multidão sem dizer nada. O resto é história (e nós adoramos!).

meugênia

 

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DÊ UMA PAUSA, está na hora da aula!

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Está na hora da aula!

Não importa se não leu todo o texto, não fez a lição nem mesmo se chegou atrasado. Tem aula que te tira dos eixos. Aplausos a todas elas! ‘Aulas de Literatura’ (de Júlio Cortázar, Civilização Brasileira, 2015) é assim, dessas aulas que valem à pena! Se você estivesse vivo, Júlio, te encheríamos de beijos e abraços! (ah, se não!) Bem… Seus livros estão. Não vamos beijá-los nem abraçá-los, mas não conseguimos mais parar de lê-los. Nada de esquemas prontos, dicas infalíveis para se fabricar “best sellers”. Não, não é isso que encontramos em Aulas de Literatura. Não é assim que se aprende a escrever de verdade. A literatura que interessa, a aula que interessa, tira qualquer um dos eixos. Quando dá o sinal e o professor fecha a porta, ou quando o livro termina, não são as respostas que mais importam. Estamos cheios delas. Nós precisamos de perguntas que desafiem a mente, a vida , a ordem. Perguntas são chaves mágicas, criam um novo mundo. Cortázar, se você estivesse vivo, iríamos agarrar você! O resto é história (e nós adoramos!)

júlio cortázar

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neil gaiman

DÊ UMA PAUSA e vá ler Pamela Druckerman

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e vá ler Pamela Druckerman

Nós já lemos três livros da autora: Crianças francesas não fazem manha, Crianças francesas dia a dia e Vida adulta à francesa. Somos obcecadas pela França? Pela autora? Nenhuma coisa nem outra; e um pouco das duas. Na foto, você vê ‘adultas’ na França vivendo à brasileira, e crianças, que não estão fazendo manha. Mas, é claro, também tem franceses vivendo comme bon vous semble.
É claro que não confiamos em manuais viva-assim-ou-assado. Isso é uma bobagem, cherry. É claro que estamos cansadíssimas de saber que exemplos podem ser fabricados para serem seguidos, mas no fundo, são apenas inspirações. Just it. É claro que a vida de alguém (seus sucessos e buscas) precisa ser analisada antropologicamente. Por isso, dear, não tente a imitação. No es um buen camino. Uma hora ou outra, não vai ‘dar bom’. É claro que também não podemos menosprezar a experiência do outro. Sim, você pode aprender (e muito) ouvindo ou lendo relatos. É vero! É claro que se são os nossos problemas, as nossas crianças e a nossa vida, nós podemos usar da mágica. Aquela bem antiga, do começo do mundo. É bem simples também. É só você viver a Sua Vida. Com as suas próprias inspirações. Daqui para frente. E você vai se espantar, quando os resultados começarem a pipocar. Glo my, dit is die ware magie! (do Africanêr: acredite, esta é a mágica de verdade!). O resto é história (e nós adoramos!)

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DÊ UMA PAUSA para o jantar, mas cuidado – você já provou carne de gaivota?

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e vá ler Jantar Secreto. Mas cuidado, você já provou carne de gaivota?

Nós – Irmãs de Palavra – provamos. E gostamos. Na verdade, adoramos! Não a carne de gaivota, o Jantar Secreto (livro de Raphael Montes). Tudo começou pelo convite, irrecusável. Quem resiste a um Jantar Secreto? Em nosso clube do livro AMIGOS DE PALAVRA de Londres, duas participantes foram categóricas: “Não podemos deixar esse livro de fora!” Convite aceito. O Jantar Secreto estava marcado. A entrada: deliciosa (nas primeiras páginas o leitor não tem mais como abandonar a mesa); acompanhada do espumante inicial, que faz cócegas no céu da boca e deixa a gente mais à vontade (a construção da base da história, o começo da coisa toda já impregna a mente do leitor, que passa a participar – secretamente – dos ‘jantares’); então, o menu principal é servido e você realmente é surpreendido (o enredo, a trama e o desfecho levam o leitor a cenários sombrios e cruéis, você nem quer pensar sobre isso, nem mesmo imaginar!); e, ainda estupefato pelo famoso prato, a sobremesa é posta à mesa e você dá colheradas até devorar tudo (a virada no final da história vale quase tanto quanto tudo que lhe foi oferecido até ali). Você se levanta e quer deixar a mesa, o restaurante, esquecer o menu e todos que conheceu aí. Mas o gosto da carne de gaivota permanece em você. Suas papilas gustativas não lhe deixarão esquecer do banquete. Uma vez provada, a carne de gaivota vicia. Fechamos o livro, olhamos uma para outra e perguntamos: Quando será o próximo jantar? Não, nada disso. Por favor, NÃO! Só saímos caçando outro título de Raphael Montes para um bon appétit! O resto é história (e a gente adora!)

jantar secreto

 

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