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DÊ UMA PAUSA para o jantar, mas cuidado – você já provou carne de gaivota?

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e vá ler Jantar Secreto. Mas cuidado, você já provou carne de gaivota?

Nós – Irmãs de Palavra – provamos. E gostamos. Na verdade, adoramos! Não a carne de gaivota, o Jantar Secreto (livro de Raphael Montes). Tudo começou pelo convite, irrecusável. Quem resiste a um Jantar Secreto? Em nosso clube do livro AMIGOS DE PALAVRA de Londres, duas participantes foram categóricas: “Não podemos deixar esse livro de fora!” Convite aceito. O Jantar Secreto estava marcado. A entrada: deliciosa (nas primeiras páginas o leitor não tem mais como abandonar a mesa); acompanhada do espumante inicial, que faz cócegas no céu da boca e deixa a gente mais à vontade (a construção da base da história, o começo da coisa toda já impregna a mente do leitor, que passa a participar – secretamente – dos ‘jantares’); então, o menu principal é servido e você realmente é surpreendido (o enredo, a trama e o desfecho levam o leitor a cenários sombrios e cruéis, você nem quer pensar sobre isso, nem mesmo imaginar!); e, ainda estupefato pelo famoso prato, a sobremesa é posta à mesa e você dá colheradas até devorar tudo (a virada no final da história vale quase tanto quanto tudo que lhe foi oferecido até ali). Você se levanta e quer deixar a mesa, o restaurante, esquecer o menu e todos que conheceu aí. Mas o gosto da carne de gaivota permanece em você. Suas papilas gustativas não lhe deixarão esquecer do banquete. Uma vez provada, a carne de gaivota vicia. Fechamos o livro, olhamos uma para outra e perguntamos: Quando será o próximo jantar? Não, nada disso. Por favor, NÃO! Só saímos caçando outro título de Raphael Montes para um bon appétit! O resto é história (e a gente adora!)

jantar secreto

 

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Dê uma pausa, e se você não existisse?

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e se você não existisse?

‘É essa a minha história?’ – é uma pergunta que você não precisa esperar quarentar para se fazer (porque quando os quarenta chegar vai ser fatal, você vai, sim, perguntar se quer mesmo o caminho que escolheu até ali). Não, não é a história que eu quero (pode ser a sua resposta). E você continua: quero tudo diferente, preciso dar uma guinada, nada parece funcionar, estou sem saída. Gustavo, aos 12 anos, sentia-se exatamente assim, e pensou:  ‘E se eu não existisse?’ Parecia a solução perfeita. Nada mais de problemas. Fim. E o que aconteceu? Mayara Vellardi, jornalista – pós graduada em língua portuguesa, chefe de cozinha e amiga das Irmãs de Palavra conta a história de Gustavo em seu primeiro livro publicado. Um romance adolescente que traz à tona essa angústia humana, que não tem idade: o fim da vida é a solução para os meus problemas? Sem spoilers para o que aconteceu com Gustavo, mas as Irmãs de Palavra têm um recado: “NUNCA deixe de acreditar na sua história. NUNCA”. O resto é história (e a gente adora!).

 

e se eu não existisse

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DÊ UMA PAUSA e vá ler “Todos os dias na Toscana”

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e vá ler “Todos os dias na Toscana – as quatro estações na Toscana”, de Frances Mayes (Rocco, 2012).

Para quem curte números (e também para quem não liga para eles), temos 3 motivos para ler essa obra: 1 – a prosa de Mayes é realmente boa; 2 – cada capítulo tem o poder de fazer você desejar sair por aí e tomar a vida em generosas goladas; 3 – você vai encontrar um mix tentador: cenário da Toscana, receitas italianas e relatos do cotidiano com amor e humor. Já tá convencido? Se ainda precisa de um argumento decisivo, as Irmãs de Palavra têm um: o livro de Frances Mayes é tão poderoso que nos fez levantar voo e passar dias inesquecíveis no solo italiano da Toscana, em setembro de 2018. Só há uma ressalva, Frances mentiu. A Toscana não é tudo aquilo que ela descreve no livro. É muito melhor! O resto é história (e a gente adora!)

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DÊ UMA PAUSA, vamos falar do livro da semana!

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Vamos falar do livro da semana!

Mas antes, vamos falar de Paris. Quando uma das Irmãs de Palavra pisou lá pela primeira vez estava com seu amour, e se sentiu tão em casa, que conjurou um dia viver – e escrever – mais histórias ali. Mas quando as duas foram parar em Paris juntas, aconteceu por acaso, como as melhores coisas realmente acontecem. Foi um post idiota no facebook: “Ano que vem, vou estar rindo disso tudo em Paris!” (a outra Irmã de Palavra, que nunca havia pisado lá, publicou em seu feed). Então, veio o ano seguinte e a viagem para Toscana, das duas com a mama. Só que antes, aconteceu Paris, numa escala acidental. Às vezes, o destino é generoso. Às vezes, a fantasia se torna realidade pra você (assim, de repente!). E já que estávamos em Paris, decidimos seguir o conselho de Hemingway (não podíamos desobedecer, era Hemingway!). E no conselho ele dizia: Paris é uma festa (Bertrand Brasil, 2013). Paris é a festa das revoluções, do feminismo, dos grandes romances, da contravenção. Paris é a festa da moda, do croassant, da manteiga, do champagne e do escargot. Paris é o triunfo, lá se come comida francesa, bebe-se vinho francês enquanto estranhos murmuram palavras sensuais à sua volta (tudo em francês!). Paris é mesmo uma festa! Dos bons livros, do jeito Ce’s La Vie de se viver, das críticas sociais e dos preços exorbitantes. É uma cidade linda, o crème de la crème da high society. Não, o crème de la crème dos intelectuais e dos escritores. Na verdade, Paris é uma festa, mas aqui também é. O resto é história (e a gente adora!)

Texto das Irmãs de Palavra


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DÊ UMA PAUSA, você acaba de ganhar um bilhete de viagem!

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Você acaba de ganhar um bilhete de viagem!

Você não tem que saber para onde quer ir. Não o tempo todo. Você não tem que continuar parado aí. Não para sempre. Marjane Satrapi, uma escritora iraniana, aos 10 anos, em 1979 (mesmo ano em que uma das Irmãs de Palavra nascia), perdeu lugares que amava (e pessoas). Foi, por exemplo, estudar em salas de aula só para meninas. Começou a sair de casa, obrigada a cobrir os cabelos e a maior parte do rosto. Tudo isso imposto, totalmente à revelia de seus desejos e valores. Ela não queria nada disso, foi obrigada. Ou fazia ou morria. Marjane presenciou o início da revolução islâmica, que colocou o Irã, no regime xiita. Teve que abandonar seu país, sua família, pegar carona em outro destino. Se engana quem acha que não pode mudar o próprio passo. Às vezes, você é obrigada a mudar tudo, a sacrificar tanto, a perder a própria liberdade. Se engana quem acha que quadrinhos é só para criança, ou que HQ reserva espaço exclusivo para humor e super-heróis. Persépolis, uma graphic novel autobiográfica, escrita por Marjane Satrapi (Companhia das Letras, 2007), desloca nossas certezas. Só que deixa uma, muito, muito, muito mais forte: salve salve a liberdade de expressão! Tem bilhete melhor que esse? O resto é história (e a gente adora!).

Texto das Irmãs de Palavra

persépolis

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DÊ UMA PAUSA, afinal é Harry Potter!

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Afinal, é Harry Potter (e ele merece!)

Nós não vamos falar do talento de J. K. Rowling. Não, o mundo já está cansado de saber disso. Nós também não vamos falar desse garotinho, o Harry Potter. Não, o mundo inteiro conhece esse bruxo desajeitado e poderoso. Nós – de jeito nenhum – vamos falar do famoso trio de amigos: Hermione, Rony e Harry. Não, o mundo já entendeu a grande mágica: uma amizade de verdade. Nós, em hipótese alguma, vamos falar dos milhões de fãs dessa saga. Não, o mundo foi infestado por eles. Nós, nem sob tortura, vamos falar do sucesso de Harry Potter nos cinemas. Não, o mundo todo enfrentou filas demais para assistir essa história. Nós, como único consolo do escritor que não encontra um novo viés sobre um tema, vamos bater numa velha teclinha conhecida: o mundo vai sempre precisar de uma boa história Uma história com aventura e diversão. Uma história em que os personagens avancem e tenham êxito. Uma história de respeito e solidariedade. Uma história de líderes sérios e comprometidos. Uma história de coragem e liberdade.  J. K. Rowling inventou uma. O mundo precisa criar uma também!

(texto das Irmãs de Palavra)

harry

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