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Dê uma pausa e leia uma história sobre agendas

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e leia uma história sobre agendas

Uma amiga especial das Irmãs de Palavra – Nina/Aline Alvarenga Batistuti, disse que SIM, devemos nos levar a sério. Nós demos uma parada quando lemos o post dela. É comum dizerem que o legal é você não se levar tão a sério, ser menos obsessivo consigo próprio, dar espaço para o “tudo bem, não deu certo, vamos pra outra, não era para ser”. O problema parece justamente esse: preocupação, estresse, pouca diversão, corrida frenética nas 24 horas diárias, trabalhotrabalhotrabalho, mania de perfeição, cobrança militar consigo próprio.

Mas não era sobre  isso que Nina falava. Não era sobre aquela seriedade inflexível que impede o espaço do riso e da diversão. Opa, às vezes a gente pode confundir as bolas todas. Era sobre definir-se como prioridade, sobre concentrar-se no que precisa para realizar-se no mundo, moldar suas horas nas coisas que você sabe que tem que fazer para ser você mesmo. Só se levando a sério!

Aí outra amiga especial das Irmãs de Palavra, Lígia Guimarães, posta, entre tanto blábláblá por aí de que trocar o calendário é só uma ladainha, só mais uma data…, que ela é daquelas que vira o ano e apaga tudo, renova o fôlego! SIM, nós também renovamos  ‘a agenda’ e levamos isso tudo a sério. Até porque…

Não adianta fazer check list de brincadeirinha e deixar na gaveta.

Não adianta amontoar ‘querer’ sem organizar a prática.

Não adianta dar de ombros e achar que a vida é assim mesmo.

Não adianta se acovardar frente as horas de solidão que terá que enfrentar para conseguir o que quer.

Não adiante se esconder atrás da realidade oposta ao sonho. Quase sempre é cavar o caminho mesmo.

Não adianta maldizer as diferenças, sem confrontá-las na sua rotina.

Não adianta acumular páginas lotadas e abertas, sem se debruçar e executar o projeto tão desejado.

Não adianta bancar o legalzão e concordar com todos à sua volta e virar a pessoa que eles querem que você seja.

Tem uma hora que deixar pra depois é um passo muito mal dado. Estamos só começando, esse é o primeiro DÊ UMA PAUSA de 2018, temos muito tempo agora. Agende-se! (e claro, não vamos confundir as bolas todas, a gente não quer só comida, a gente quer comer e quer fazer amor)

Texto das Irmãs de Palavra

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Dê uma pausa e leia uma história de gratidão

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e leia uma história de gratidão

A proposta mesmo é uma pausa. A última do ano. A derradeira, exclusiva, preciosa pausa. Você pode encontrar um espaço perfeito para isso. Se estiver à beira mar, é cenário de romance. Se, como nós, não estiver com o pé na areia, não tem problema. Toma um fôlego e espanta qualquer ruído que tenha visitado sua mente agora.  Vamos editar a história do nosso ano (toda boa história prima por uma edição exaustiva, essa é a magia da escrita). Antes de ticar qualquer desejo para 2018, precisamos falar das conquistas de 2017. Criar um espaço para que possamos apreciá-las e perceber o resultado delas em nossas vidas. Histórias amadureceram. Filhos também. Uma viagem fantástica. Terra da magia encantou nossa diversão. Corações gratos pela recuperação da mãe. Duas mentes quentes ferveram em dedos nervosos por palavras. Clubes de leitura mais afinados. Novos mundos descobertos, pessoas inusitadas brilharam. A série ‘LER É’ surgiu para ficar. Outros books trabalhados. Em movimento. Café preto nas xícaras, iluminando longos momentos de escrita. Horas diárias abraçadas. Risadas animadas. Prateleiras cheias. Sede de leituras que nunca acaba. Esse é um caminho sem fim. Muitas horas de trabalho. A parceria das Irmãs de Palavra alongada, revitalizada e fortificada. Sim, estamos mais afinadas. Agradecemos a isso. Tivemos muitas conquistas. Nós aprendemos muito. E vamos avançar!

Existe um ditado latino que diz que os pais devem ser o vento nas costas dos filhos, para colocá-los para frente. As conquistas também têm esse poder sobre a gente. Precisamos enxergá-las e vivê-las para que elas nos impulsione.

Ainda na edição, muita coisa deve ser cortada. Falhas no enredo, sacrifícios irrelevantes (que não deram em nada, só embaraçaram a trama); partes confusas da história, conflitantes, redundantes; equívocos no enredo. As Irmãs de Palavra se debruçaram nesta tarefa. Enxugamos tempo, abrimos espaço para mais criatividade e ousadia. Enxergamos quem somos e o que queremos. Só com franqueza e honestidade se detecta partes ruins da história e depois, ‘bota-fora’ nelas! Precisa de coragem nessa hora. Quem quer mudança, tem que mudar-se. Parece óbvio! Mas na real, não é.

Agora, que olhamos para as nossas conquistas, remexemos em nossos erros e confusões, estamos prontas para 2018!! Metas, agendas, planos revigorados e revisados, escavados, autenticados (mas isso fica para um outro post). Por enquanto, basta agradecer os pés que chegaram até aqui. Eles caminharão com mais precisão, mais força e graça. Afinal, estamos (cada um de nós) escrevendo nossa própria história.

… um novo ano para BRILHAR a vontade das Irmãs de Palavra de contar histórias que criem um cenário mais vivo para todos que nos leem…

FELIZ 2018!

E, claro, obrigada você!

Texto das Irmãs de Palavra

ano novo 2018 irmãs de palavra

 

 

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