DÊ UMA PAUSA, É HORA DO LIVRO. Hoje vamos falar da Malala.

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É hora do livro! Hoje vamos falar da Malala

“Há muitos e muitos anos, a Inglaterra lutava com o Afeganistão. Os britânicos tinham mais armas e estavam levando vantagem, por isso os afegãos perderam a esperança e resolveram fugir do campo de batalha. Foi quando uma menina subiu a montanha e usou a sua voz: o que vale mais,  um dia cheio de coragem como um leão ou cem anos de escravidão? – Essa audaciosa jovem se chamava Malala. Nome que os afegãos nunca mais esqueceram porque ela liderou o exército que venceu a guerra. Mas morreu baleada conduzindo o exército vitorioso.”

Lenda ou realidade. A Malala que você, e o mundo inteiro conhece, cresceu ouvindo essa pequena história de seu pai. Que também a encorajou a ler. E a nunca abandonar os livros. Ainda que a leitura lhe colocasse em campos de batalha. Aos 15 anos, a Malala que você e nós – Irmãs de Palavra – conhecemos, levou um tiro na cabeça porque escolheu lutar pelo direito dela (e de todas as meninas) de abrir livros. Enfrentou um sistema doutrinador do ódio, opressor, cego, ditador e violento. Não se calou. O livro que escreveu, relatando sua história, encoraja muito gente. O livro da jornalista Viviana Mazza: “Malala – a menina mais corajosa do mundo”, comove, porque revela não apenas os sonhos, mas também os medos da menina mais corajosa do mundo. Coragem talvez seja a palavra mais bonita que exista, a palavra mais bonita para definir uma vida. No fundo, todos nós sabemos a resposta para a pergunta: “O que vale mais, um dia cheio de coragem como um leão ou cem anos de escravidão?”. O resto é história (e a gente adora!).
MALALA

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