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Dê uma pausa, vamos decifrar o mistério do papai noel


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Vamos decifrar o mistério do Natal

Ninguém precisa acreditar, mas o papai noel existe de verdade. As Irmãs de Palavra já viram, há muitos e muitos anos. Aconteceu numa noite de dezembro, éramos pequenas e ainda dividíamos o  quarto com os nossos brinquedos preferidos: a pantera cor-de-rosa e o fusca amarelo. O papai noel usava as famosas botas pretas e deixava pegadas por onde passava. Não sabemos por onde ele entrou, nem como escapou. Mas deixou um bilhetinho, que nós guardamos até hoje, escondido numa caixinha antiga, bem no fundo do armário. Está escrito assim: “Meninas, para cada pessoa no mundo, existe uma palavra mágica que torna todo sonho possível. Um dia, vocês descobrirão a de vocês. E então, a vida será uma grande diversão”. Nós ficamos anos tentando. Procuramos em todos os dicionários que encontramos. Em todas as línguas que conhecemos. Só depois de muitas histórias, finalmente, descobrimos a nossa palavra mágica. Estava ali, o tempo todo. Ninguém precisa acreditar, mas o papai noel deixou esse bilhetinho para as Irmãs de Palavra. E nós duas, bem, nós sabemos que é verdade. O resto é história (e nós adoramos!).

Livro da semana: Mistério de Natal, do mesmo autor de O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder – Companhia das Letrinhas, 1998. Já ouviu falar em calendário de Natal?  Joaquim, protagonista desta história, ganhou um e a cada dia do mês de dezembro que abria uma portinha do seu calendário, vivia uma nova peregrinação no tempo e espaço. É uma grande diversão! Neste livro, a gente passeia com Joaquim por histórias mágicas, que fazem a nossa renascer.

Texto das Irmãs de Palavra

 


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Os mistérios da sua história…

“Pra quem já sabe, reinventa.

Pra quem ainda não descobriu, desvenda.”

 

Dos becos escuros nasceu o mundo. Das terras submersas sobreveio a humanidade. Do átomo invisível a matéria emergiu. Das perguntas sem respostas o cérebro se alimenta. Dos conflitos criamos histórias. Do real inventamos outras realidades.

A pausa, a festa, a vitória… o mistério desvendado é um raio sem sombras e sem herança. A resposta final é a morte, enquanto as perguntas que buscam solução são o plasma de tudo.

A potência de uma história (a sua história ou a de um livro) se expande no limite do abismo.

Toda escrita é a tentativa de solucionar algum mistério.

Para nós, Irmãs de Palavra, a escrita é um mistério. Que não precisa ter sentido, mas ser sentido.

Como uma corrida que quanto mais você corre, mais o caminho se bifurca, e mais você acelera. E você segue mesmo sem saber o que procura, porque quando bater os olhos vai descobrir, naquela página, naquela palavra que era aquela aventura que desbravaria uma nova busca. Porque…

“Um livro deve ser o machado que quebra o mar gelado em nós” (Franz Kafka)

“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se a DESCOBRIR e a descobrir-se com lucidez” (Pablo Picasso)

texto: Kelly Shimohiro e Dany Fran

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